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14 de janeiro de 2014

13 de janeiro de 2014

Mértola revela segundo batistério paleocristão

O puzzle do que se supõe ter sido um “complexo religioso”, no local que identificamos hoje como a alcáçova do castelo de Mértola, revelou recentemente uma nova peça, totalmente inesperada. Quando a equipa do Campo Arqueológico de Mértola (CAM), uma vez musealizado um primeiro espaço dedicado ao rito de iniciação cristão, pensava ter a sua conta de batistérios, eis que surge um segundo, a menos de 50 metros.
E, tudo indica, coexistente no tempo, ou seja, algures entre os finais do século V e meados do século VI. 
O “período paleocristão por excelência”, situa Cláudio Torres, diretor do centro de investigação, lembrando a vasta coleção de lápides epigrafadas, hoje visitáveis nas ruínas de uma basílica funerária deste período e que é um dos núcleos do chamado Museu de Mértola.
(Diário do Alentejo)

12 de janeiro de 2014

11 de janeiro de 2014

Al Berto faria hoje anos...


Al Berto não nasceu no Alentejo, mas escolheu-o (Sines) para viver e como modo de vida. No aniversário do seu nascimento aqui fica este recado...
(nascido a 1948-01-11, falecido a 1997-06-13)

Recado 

ouve-me 
que o dia te seja limpo e 
a cada esquina de luz possas recolher 
alimento suficiente para a tua morte 
vai até onde ninguém te possa falar 
ou reconhecer - vai por esse campo 
de crateras extintas - vai por essa porta 
de água tão vasta quanto a noite 
deixa a árvore das cassiopeias cobrir-te 
e as loucas aveias que o ácido enferrujou 
erguerem-se na vertigem do voo - deixa 
que o outono traga os pássaros e as abelhas 
para pernoitarem na doçura 
do teu breve coração - ouve-me

Amanhã não esqueça...


10 de janeiro de 2014

9 de janeiro de 2014

Até Amanhã Camaradas em Estremoz

Dia 10 no Teatro Bernardim Ribeiro em Estremoz, pelas 21:30 h

Adaptado da obra homónima de Manuel Tiago (pseu­dónimo de Álvaro Cunhal), “Até Amanhã, Camara­das” mostra que mesmo num país oprimido por uma ditadura feroz e retrógrada, servida por uma polícia política implacável (a PVDE), há quem resista e se organize para mobilizar o povo para a luta pelo pão e pela liberdade mesmo que isso lhe possa custar a prisão, torturas, ou até a vida.

São pessoas como Vaz, Ramos, António e Paulo, mili­tantes e funcionários do Partido Comunista, que desen­volvem a sua ação na clandestinidade, reorganizando o partido nas zonas dos arredores de Lisboa e do Ri­batejo, ao mesmo tempo que preparam uma grande jornada de luta, com greves e marchas contra a fome.

De: Joaquim Leitão
Com: Gonçalo Waddington, Cândido Ferreira,
Leonor Seixas, Paulo Pires, Nuno Nunes, Marco d’Almeida, Adriano Luz, Ivo Ferreira
Género: Política, Drama
Classificação: M/12

6 de janeiro de 2014

Na despedida a Eusébio, o Alentejo esteve ao seu mais alto nível


Rui Nabeiro representou a vontade de milhares de alentejanos que não puderam estar presentes no adeus ao campeão.

5 de janeiro de 2014