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17 de abril de 2018

Há 4 alentejanas fundadoras da Associação Portuguesa das Cidades e Vilas Cerâmicas

A formalizar na próxima na terça-feira, no Palácio Nacional de Mafra, na presença de congéneres europeias de Itália, França, Espanha, Roménia, Alemanha, Polónia e República Checa, a Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas será constituída por catorze municípios, entre eles, quatro alentejanos.

Reguengos de Monsaraz, Viana do Alentejo, Redondo e Montemor-o-Novo serão os representantes alentejanos nesta associação que visa a defesa e valorização do património cultural e histórico cerâmico, promover o intercâmbio entre cidades europeias com tradição cerâmica e a criação artística da cerâmica e sensibilizar as respetivas comunidades para a importância histórica e cultural da cerâmica.

Os restantes municípios fundadores são: Alcobaça, Batalha, Caldas da Rainha, Aveiro, Ílhavo, Barcelos, Mafra, Tondela, Vila Nova de Poiares e Viana do Castelo e, junto com os representantes alentejanos, partilham fortes tradições na cerâmica com reflexo económico.

A nova associação nacional e as congéneres estrangeiram desejam ver aprovada pelo Parlamento Europeu e pela Comissão Europeia legislação para a atribuição de Indicações Geográficas de Origem para produtos não agrícolas, como a cerâmica tradicional de cada país e pretendem também a candidatura da cerâmica europeia a Património Imaterial da UNESCO.

(Tribuna do Alentejo)

18 de março de 2013

Exposição de Cerâmica - Aljustrel


Isabel Sousa Carvalho “reencontra-se” com a vila que a viu crescer
As Oficinas de Formação e Animação Cultural inauguraram a exposição de cerâmica “Reencontro” de Isabel Sousa Carvalho.

Nascida em Faro a 9 de Abril de 1966, Isabel Sousa Carvalho regressa “à sua memória de menina”, para se reencontrar com ela própria e com a vila que a viu crescer (Aljustrel), numa exposição que marca também uma “exploração de projetos antigos com ideias mais recentes, resultando no uso de novos materiais aliados à cerâmica, como tecido, papel e redes metálicas”.

Isabel Sousa Carvalho iniciou o seu percurso como ceramista com “Aulas de Iniciação à Azulejaria e Cerâmica” na Casa Barracha e “Técnicas de Manufactura do Azulejo” no Museu dos Azulejos, em Lisboa, tendo ainda efetuado o 1.º ano do Curso Noturno de Iniciação à Cerâmica no AR. CO, e estudado técnicas de construção em cerâmica e materiais, olaria, técnicas de pintura e decoração cerâmica, técnicas de pintura em azulejo, escultura de grande formato, moldes em gesso e raku em vários cursos e workshops tanto em Portugal como no estrangeiro, nomeadamente em Itália. 


Este é o primeiro ano em que Isabel Sousa Carvalho se dedica por inteiro à cerâmica como forma de expressão do que lhe vai na alma. Nesta exposição que apresenta em Aljustrel, e conforme se pode ler na brochura de apresentação, “sente-se como que uma necessidade imperativa que lhe molda a vontade e se transpõe para os trabalhos com que nos presenteia em sucessivas exposições. Há uma força criativa que ganha voz e não se contém, pelo contrário, ganha forma e sai-lhe espontaneamente da palma das mãos, numa viagem que trás memórias connosco, relembramos pessoas, lugares, momentos que pensávamos esquecidos, mas que se redescobrem em emoções, em palavras, em cores, em formas, em texturas”.

Ao longo da exposição, que vai estar patente ao público até ao dia 30 de março, serão, como habitualmente e mediante marcação prévia, organizadas visitas guiadas às obras da artista, todas as quartas-feiras, das 9h30 às 12h30, para o público escolar e das 14h30 às 16h30 para o público em geral.